21 abril 2014
Colóquio Taurino em Alter
Abriu o evento a magnifica Banda Municipal Alterense ao som do passodoble Marcial el es maior, para depois em estreia absoluta Joselito Bienvenida, estava dado o mote para a maestria do matador Mário Coelho falar da sua experiencia, do papel actual do toureio a pé e do papel das gentes da Festa, o matador Sérgio Santos não se coibiu de falar do estado dos matadores portugueses, da organização dos espectáculos, por sua vez o jovem El Juanito foi a surpresa agradável da noite, com um discurso conciso, o bandarilheiro e antigo novilheiro
João Diogo Fera falou do seu trajecto artístico, o que agradou ao conclave, fechou cartel o jovem aluno do Agrupamento escolar Mariano Meira que falou do sonho de ser toureiro, todo o coloquio foi moderado por José Carmo dos Reis.
Ainda durante o evento a a Escola de Toureio de Alter fez uma demonstração de toureio de salão com os jovens António Batista, Mauro Parreira e Daniel Martins.
Texto e Fotos: Marco Gomez
Dinastias Moura e Telles: Competição em Almeirim
Os cavaleiros João Moura, António Ribeiro Telles, Manuel Ribeiro Telles Bastos e Miguel Moura actuarão dia1 de Junho, às 17h30, em Almeirim.
Lidam-se seis preciosos tórios da ganadaria de Mário e Herdeiros de Manuel Vinhas.
Pega os grupos de forcados Amadores de Vila Franca de Xira, capitaneados por Ricardo Castelo e Amadores da Chamusca, capitaneados por Nuno Marques que, em temporada de adeus às arenas, se despede da afición Almeirinense.
Paulo Pereira
Relações Públicas e ComunicaçãoSRUCP - Soc. Renovação Urbana Campo Pequeno, S.A.
Coruche Abre Temporada a 31 de Maio
Coruche Abre Temporada a 31 de Maio por Ocasião da FICOR
Sábado, 19 de Abril de 2014 18:02h por (Tauroleve STLN, Lda)

A empresa Tauroleve inicia a sua trajetória na Praça de Toiros de Coruche no próximo dia 31 de Maio pelas 17:30 com a tradicional corrida de toiros integrada na Feira da Cortiça (FICOR).
O cartel contará com inúmeros atrativos entre os quais a lide de um imponente curro de toiros da divisa local de Veiga Teixeira.
Comunicado da Junta de Freguesia de Abiul
O executivo da Junta de Freguesia de Abiul, informa que em virtude do mau tempo previsto para este fim-de-semana e em concreto para Domingo dia 20 de Abril, foi decidido adiar o espetáculo "Novilhada Popular" previsto para esse dia, passando o mesmo a realizar-se no próximo dia 10 de Maio 2014.
Agradecemos a vossa compreensão.
A Junta de Freguesia
20 abril 2014
A Feira de Maio de Azambuja
A Feira de Maio surgiu em consequência do protagonismo que o cavalo adquiriu nos últimos anos do século XIX, símbolo de uma nobreza de raça que se impunha oficialmente preservar.
Sabe-se que data anterior a 1896, devido a existirem no Concelho de Azambuja algumas das melhores coudelarias a nível nacional, já havia em Azambuja a tradição de uma Feira de gado cavalar para o exército, embora os seus moldes organizativos não sejam muito esclarecedores, sendo-lhe atribuída a designação de Feira de Gado e Remonta.
Enquanto a Feira de Outubro encerrava a época dos espectáculos tauromáquicos, a Feira de Maio ia ganhando protagonismo, superando em imaginação e dinâmica a sua congénere que terminou definitivamente nos finais dos anos 50, princípio dos anos 60 do século XX, devido ao facto do Município ter assumido a organização do evento.
Para compreender e contextualizar historicamente a «Feira de Maio» é necessário recuar aos últimos anos do século XIX, altura em os serviços pecuários nacionais ainda integram o Ministério das Obras Públicas, Agricultura e Comércio. Contudo havia assuntos que diziam respeito à raça cavalar que integravam simultaneamente a área do Exército, tutelado pelo Ministério da Guerra.
Contrariamente ao que se verifica hoje, o cavalo era revestido de uma importância ímpar no concerne ao quotidiano de então. O cavalo surgia como peça fundamental da organização militar, um companheiro da vida quotidiana, tanto no trabalho como no lazer, representando o símbolo de uma nobreza de raça que era necessário oficialmente proteger. Daí a necessidade de instituir em Azambuja um mercado de gado cavalar para o Exército, que ocorreu em 1896 e cuja imprensa local registou através do jornal «O Azambujense» de 9 de Abril de 1896. Em termos documentais surge-nos ainda um documento impresso anterior datado de 1892 que anuncia uma «Escaramuça a Cavallo», organizada por gentes da Vila. Segundo o calendário oficial nacional dos mercados (remonta de gado cavalar para o exército), ficou estipulado que Azambuja se realizaria anualmente a 15 de Maio.
O 1º Mercado Geral de Gado e Remonta para o Exército teve a sua primeira época a 19 de Maio de 1901, conforme podemos constatar através do documento colocado na agenda. Este cartaz tornouse para o Museu Municipal uma fonte documental de inesgotável valor. Através dele sabemos que a 19 de Maio de 1901 Azambuja teve a sua primeira Feira de Maio e que pelas quatro e meia da tarde foi inaugurada a Praça de Touros, onde foram lidados 10 touros oferecidos pelo Dr. Máximo Falcão. Como informação paralela sabemos que o cavaleiro principal foi Fernando de Oliveira, que o ingresso custava 100 réis e que o espectáculo foi abrilhantado pelas bandas de Alcoentre e Aveiras de Cima.
Salientamos ainda que este investimento só foi possível através da constituição de uma sociedade por acções, que administrava e geria a Praça de Touros, sendo a primeira direcção da comissão de accionistas integrada por três distintos membros da comunidade azambujense: António Jacinto da Motta Cabral, Paulo José Henriques Vidal e Jayme Arthur da Motta.
Após a primeira Feira de Maio com a inauguração da Praça de Touros de Azambuja em 1901, aparece-nos outro momento alto que merece destaque: a visita oficial em 1907 dos príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel II para assistirem a uma corrida organizada e doada a Azambuja pelo «Real Club Tauromachico».
A ausência de documentação, remetenos para a probabilidade de que a 1ª Grande Guerra (1914 – 1918) tenha tido algum efeito não tanto nas feiras anuais, mas nos eventos tauromáquicos, assim como a instabilidade durante o período da 1ª República até ao golpe de estado de 28 de Maio de 1926. Só em 1929 é que volta a aparecer documentação relativamente a dois espectáculos tauromáquicos realizados no Páteo do Paço e, a partir de 1934, o Páteo da Quinta do Valverde passa também a acolher espectáculos.
Para o espaço temporal compreendido entre 1944 e 1948, nem a tradicional divulgação nem a imprensa local, ou outra documentação, faz qualquer referência a feiras e eventos tauromáquicos, ficando a dúvida sobre qualquer realização. Se houve algum interregno temporal ou acidental, ele só se justifica pelo contexto histórico da guerra civil espanhola (1936 – 1939) e da II Guerra Mundial (1939 – 1945) que representaram tempos extremamente difíceis para quotidiano individual e colectivo.
Em 1948, a Feira de Maio volta a apresentar uma novidade: passou a designarse «Feira Exposição» na qual a edilidade de Azambuja conferia «Diplomas de Honra» aos participantes. A década de 50 confirma a realização da Feira e Exposição de Gados, a par de outras novidades no campo organizativo e nos dos intervenientes, como também a Feira de Outubro que ia lentamente cedendo primazia à sua congénere, a Feira de Maio. Contudo, em 1956, a então «FeiraExposição de Gados» passa a denominar-se «FeiraExposição AgroPecuária, Comercial, Industrial e Turística», cuja iniciativa parte da Câmara Municipal que em 1957 a regulamentou.
É na década 60 que a Feira de Maio se sistematiza nos moldes que a “memória” presente a conhece, com três grandes momentos de eleição: até 1965, 1967 e até aos anos 70.
Nos anos 60 começase a dar destaque às largadas ou «esperas» de touros em pontas, entre a Praça e a Rua Victor Córdon e a atribuição de três prémios «às janelas ou frentes que se encontrem melhor engalanadas». Na edição de 1965 é acrescentada a largada na tarde de segunda feira, juntando-se assim às de Sábado e Domingo.
A 22 de Outubro de 1967 é inaugurada a nova Praça de Touros junto à Ribeira do Valverde, cuja organização é dos Bombeiros Voluntários de Azambuja. Mais tarde é adquirida uma Praça de Touros denominada portátil ou ambulante que se manteve com inumeros melhoramentos ao longo dos anos até à inauguração da actual Praça Dr. Ortigão Costa que foi inaugurada a 25 de Setembro de 2011. Esta praça tem 2300 lugares e tem todas as comodidades necessárias aos espectáculos tauromáquicos e outros.
"in Museu de Azambuja"
Sabe-se que data anterior a 1896, devido a existirem no Concelho de Azambuja algumas das melhores coudelarias a nível nacional, já havia em Azambuja a tradição de uma Feira de gado cavalar para o exército, embora os seus moldes organizativos não sejam muito esclarecedores, sendo-lhe atribuída a designação de Feira de Gado e Remonta.
Enquanto a Feira de Outubro encerrava a época dos espectáculos tauromáquicos, a Feira de Maio ia ganhando protagonismo, superando em imaginação e dinâmica a sua congénere que terminou definitivamente nos finais dos anos 50, princípio dos anos 60 do século XX, devido ao facto do Município ter assumido a organização do evento.
Para compreender e contextualizar historicamente a «Feira de Maio» é necessário recuar aos últimos anos do século XIX, altura em os serviços pecuários nacionais ainda integram o Ministério das Obras Públicas, Agricultura e Comércio. Contudo havia assuntos que diziam respeito à raça cavalar que integravam simultaneamente a área do Exército, tutelado pelo Ministério da Guerra.
Contrariamente ao que se verifica hoje, o cavalo era revestido de uma importância ímpar no concerne ao quotidiano de então. O cavalo surgia como peça fundamental da organização militar, um companheiro da vida quotidiana, tanto no trabalho como no lazer, representando o símbolo de uma nobreza de raça que era necessário oficialmente proteger. Daí a necessidade de instituir em Azambuja um mercado de gado cavalar para o Exército, que ocorreu em 1896 e cuja imprensa local registou através do jornal «O Azambujense» de 9 de Abril de 1896. Em termos documentais surge-nos ainda um documento impresso anterior datado de 1892 que anuncia uma «Escaramuça a Cavallo», organizada por gentes da Vila. Segundo o calendário oficial nacional dos mercados (remonta de gado cavalar para o exército), ficou estipulado que Azambuja se realizaria anualmente a 15 de Maio.
O 1º Mercado Geral de Gado e Remonta para o Exército teve a sua primeira época a 19 de Maio de 1901, conforme podemos constatar através do documento colocado na agenda. Este cartaz tornouse para o Museu Municipal uma fonte documental de inesgotável valor. Através dele sabemos que a 19 de Maio de 1901 Azambuja teve a sua primeira Feira de Maio e que pelas quatro e meia da tarde foi inaugurada a Praça de Touros, onde foram lidados 10 touros oferecidos pelo Dr. Máximo Falcão. Como informação paralela sabemos que o cavaleiro principal foi Fernando de Oliveira, que o ingresso custava 100 réis e que o espectáculo foi abrilhantado pelas bandas de Alcoentre e Aveiras de Cima.
Salientamos ainda que este investimento só foi possível através da constituição de uma sociedade por acções, que administrava e geria a Praça de Touros, sendo a primeira direcção da comissão de accionistas integrada por três distintos membros da comunidade azambujense: António Jacinto da Motta Cabral, Paulo José Henriques Vidal e Jayme Arthur da Motta.
Após a primeira Feira de Maio com a inauguração da Praça de Touros de Azambuja em 1901, aparece-nos outro momento alto que merece destaque: a visita oficial em 1907 dos príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel II para assistirem a uma corrida organizada e doada a Azambuja pelo «Real Club Tauromachico».
A ausência de documentação, remetenos para a probabilidade de que a 1ª Grande Guerra (1914 – 1918) tenha tido algum efeito não tanto nas feiras anuais, mas nos eventos tauromáquicos, assim como a instabilidade durante o período da 1ª República até ao golpe de estado de 28 de Maio de 1926. Só em 1929 é que volta a aparecer documentação relativamente a dois espectáculos tauromáquicos realizados no Páteo do Paço e, a partir de 1934, o Páteo da Quinta do Valverde passa também a acolher espectáculos.
Para o espaço temporal compreendido entre 1944 e 1948, nem a tradicional divulgação nem a imprensa local, ou outra documentação, faz qualquer referência a feiras e eventos tauromáquicos, ficando a dúvida sobre qualquer realização. Se houve algum interregno temporal ou acidental, ele só se justifica pelo contexto histórico da guerra civil espanhola (1936 – 1939) e da II Guerra Mundial (1939 – 1945) que representaram tempos extremamente difíceis para quotidiano individual e colectivo.
Em 1948, a Feira de Maio volta a apresentar uma novidade: passou a designarse «Feira Exposição» na qual a edilidade de Azambuja conferia «Diplomas de Honra» aos participantes. A década de 50 confirma a realização da Feira e Exposição de Gados, a par de outras novidades no campo organizativo e nos dos intervenientes, como também a Feira de Outubro que ia lentamente cedendo primazia à sua congénere, a Feira de Maio. Contudo, em 1956, a então «FeiraExposição de Gados» passa a denominar-se «FeiraExposição AgroPecuária, Comercial, Industrial e Turística», cuja iniciativa parte da Câmara Municipal que em 1957 a regulamentou.
É na década 60 que a Feira de Maio se sistematiza nos moldes que a “memória” presente a conhece, com três grandes momentos de eleição: até 1965, 1967 e até aos anos 70.
Nos anos 60 começase a dar destaque às largadas ou «esperas» de touros em pontas, entre a Praça e a Rua Victor Córdon e a atribuição de três prémios «às janelas ou frentes que se encontrem melhor engalanadas». Na edição de 1965 é acrescentada a largada na tarde de segunda feira, juntando-se assim às de Sábado e Domingo.
A 22 de Outubro de 1967 é inaugurada a nova Praça de Touros junto à Ribeira do Valverde, cuja organização é dos Bombeiros Voluntários de Azambuja. Mais tarde é adquirida uma Praça de Touros denominada portátil ou ambulante que se manteve com inumeros melhoramentos ao longo dos anos até à inauguração da actual Praça Dr. Ortigão Costa que foi inaugurada a 25 de Setembro de 2011. Esta praça tem 2300 lugares e tem todas as comodidades necessárias aos espectáculos tauromáquicos e outros.
"in Museu de Azambuja"
Numa parceria das empresas Paulo Pessoa de Carvalho e Ovação e Palmas aqui Vos informamos do Cartaz da Centenária Tradicional Feira de Maio em Azambuja.
Assim, a Sensacional Corrida de Toiros será dia 1 de Junho, Domingo pelas 17 horas e será de Homenagem ao Cavaleiro Rui Salvador , Figura Máxima da nossa Festa e comemora 30 Anos de Alternativa. Teremos um Concurso de Ganadarias com toiros de Prudêncio, Branco Núncio, Manuel Veiga, Jorge Carvalho, José Luis Vasconcelos e Sousa D´Andrade e D. Felicidade Dias que disputam os Troféus Municipio de Azambuja de Apresentação e Bravura. Os Forcados para o Troféu Junta de Freguesia de Azambuja serão os Grupos do Ribatejo, Azambuja e Arruda dos Vinhos.
Os Cavaleiros serão Rui Salvador ( 30 Anos de Alternativa sempre no Top), Paulo Jorge Santos( A nova Figura de Vila Franca) e Duarte Pinto ( Vencedor do Trofeu Melhor Lide em 2013).
Certos de que é um cartaz de competição com toiros de emoção os bilhetes estarão à venda a parti do dia 1 de maio nos locais habituais e com preços desde 10,00 euros com reservas pelo numero 91 4094038.
Junto enviamos texto com pequeno historial da Centenária Feira de Maio em Azambuja.
Estamos ainda a estudar hipóteses de outros espectáculos para Maio Mês da Cultura Tauromáquica.
Com os nossos melhores cumprimentos
Paulo Pessoa de Carvalho
Ovação e Palmas
EL JUANITO, O PEQUENO GÉNIO FEITO TOUREIRO
Após o festival de Monforte, onde foi lidado um toiro da ganadaria de Francisco Romão Tenório, que demonstrou alguma qualidades, o jovem bezerrista João Silva – El Juanito lidou-o parta se treinar nos compromissos para os quais estará presente. Aqui ficam os registos do “pequeno” génio que muito virá a dar que falar.
Texto e Fotos: Marco Gomez
Bastinhas não acturá também em Alpalhão
O cavaleiro Joaquim Bastinhas sofreu um acidente na passada 5ª feira, 10 de Abril, tendo esmagado um dedo da mão esquerda. Ausente dos festivais de Monforte e Alvalade do Sado, não poderá tourear também ainda, o festival anunciada para o próximo sábado 19 de Abril em Alpalhão, já que a recuperação do acidente que sofreu num dedo da mão esquerda, está mais demorada do que o inicialmente previsto pelos médicos. Bastinhas só na próxima 2ª feira irá retirar os pontos, seguindo-se depois a fisioterapia.
12 abril 2014
Novo e-mail do nosso colaborador Jorge Sampaio
Devido a problemas tecnicos no correio do IOL, agradeço que os v/ mails sejam enviados para:
Neste momento não me é possivel aceder ao endereço de: jorge_sampaio@iol.pt
Sem outro assunto agradeço toda a v/ melhor atenção.
Atentamente:
Jorge Humberto Sampaio
10 abril 2014
Açores: Festival de Capinhas
É já no próximo dia 19 de Abril que a Monumental Praça Ilha Terceira abre as suas portas para a realização do habitual Festival de Capinhas. Estes artistas de rua que embelezam as nossas famosas touradas à corda por esta ilha desde desde o dia 1 de Maio ate 15 de Outubro, por uma vez trocam os areais pela praça ilha Terceira.
Este ano estão anunciados em praça 10 capinhas, divididos em dois grupos para lidar 6 toiros de diferentes ganadarias. No final, por deliberação de um júri serão escolhidos os cinco melhores, para lidarem um sétimo exemplar, que será o famoso “Guarda” de nome, ferrado com o nº 474, da Casa de Rego Botelho, toiro esse que foi lidado em 2011 por El Juli.
Texto e Fotos: Edgar Vieira
Açores: Tiago e João Pamplona preparam temporada taurina
Com vista a preparação da temporada taurina que se avizinha, os irmãos Tiago e João Pamplona realizaram um treino conjunto na sua praceta de tentas situada na Quinta do Malhinha na freguesia do Posto Santo, com reses gentilmente cedidas da casa de Bravo de Herdeiros de Ezequiel Rodrigues.
Foram varias as montadas utilizadas, que se mostraram em muita boa forma, prometendo assim que teremos a casa Pamplona uma vez mais em grande, tal como aconteceu na a passada temporada. Quanto às rezes de Ezequiel Rodrigues, estiverem bem e cumpriram quanto a condições de lide.
Foi uma tarde produtiva para os irmãos Pamplona.
Texto e fotos: Edgar Vieira
Tertúlia Tauromáquica Terceirense - "Vamos falar de Toiros”
A Casa do Povo da Freguesia de São Brás organizou este fim-de-semana mais um Colóquio sob o tema "Vamos falar de Toiros”.
Desta vez falou-se de forcados, sendo intervenientes João Hermínio, ex-cabo do Grupo Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense e Filipe Pires actual cabo do Grupo de Forcados Amadores do Ramo Grande.
Perante uma sala cheia e com participação de vários aficionados, foram muitas as questões colocadas. Foi um serão muito bem passado como de grande importância tauromáquica. Neste ciclo haverá ainda mais dois colóquios com os temas “O Toiro e o Ganadero” e “O Toiro e o Cavaleiro”, sendo este ultimo adiado por ter havido coincidencia de datas com a assembleia geral e respectivas eleições na sede da Tertúlia Tauromáquica Terceirense.
Texto e Fotos: Edgar Vieira
Festival de Elvas
A alegria de Sónia, o perfeccionismo de Tomás e a irreverencia de Rouxinol Jr.
A nobre causa dos Bombeiros Voluntários de Elvas, deu ontem lugar a realização de um Festival Taurino no Coliseu de Elvas.
Reses de diversas ganadarias, tendo parecer negativo na apresentação, os “Sommer`s” e o de S. Martinho.
Abriu função Luís Rouxinol, frente a um Silva Herculano, que cedo mostrou que não queria peleia, “quando um não quer, dois não brigam”. Mesmo assim, Rouxinol teve de sacar dos “galões” de ser figura para ter uma actuação positiva.
Alegre, desembaraçada e com uma alegria contagiante dentro de praça, Sónia andou igual a si própria. Actuação dentro de que ela sente enquanto toureira, e que de modo fácil chega ao público, assim aconteceu em Elvas, frente a um Falé Filipe de arrancada pronta.
Se a actuação da Sónia tinha sido com ritmo e alegria, a de Filipe Gonçalves, veio confirmar a elevada popularidade do toureio, a que este correspondeu com a lide possível frente ao “Ribeiro Telles” que até se deixou lidar, muito por culpa de Filipe que andou sempre em “cima “dele. Os compridos não foram por aí além, mas nos curtos “arreou” forte, deixando antever que os seus admiradores contam com o Super-Filipe para 2014.
O Salgueiro da Costa, possivelmente viria com outras ambições para Elvas, mas o deslustrado S. Martinho complicou tudo, mesmo apesar da sua fraca presença. Actuação apenas de pormenores, muito aquém do que o jovem dinasta Salgueiro sabe fazer.
O que o Tomás Faz, faz bem. Toureiro perfeccionista demostrou que continua nessa linha.
Agradou ao conclave com as suas entradas frontais frente a um “Sommer” com serio problemas de apresentação e de locomoção. O Tomás deveria aparecer em mais cartéis, pois é sempre agradável vê-lo tourear.
O “suavão” Branco Núncio proporcionou ao jovem Rouxinol Jr. mais uma actuação dentro do êxito que ele teima em somar. Cada actuação que realiza o jovem cavaleiro tenta superar-se a si próprio, em Elvas aguentou a saída com pata o hastado, para depois partir para uma lide empolgante e irreverente, mostrando que o “poiso” deste Rouxinol é alto.
Forcadagem em início de temporada, e num Festival a rodar rapaziada e com isso a sentirem dificuldades. Os da Torre de Palma, pegaram de caras Diogo Peças (2ª) e Carlos Pinho (1ª), os da terra do Aqueduto, António Machado (1º) e Afonso Martins (3ª) , os que viajaram de Beja, Luís Birilo e Miguel Sampaio , ambos a quarta tentativa.
Texto e Fotos: Marco Gomez
A nobre causa dos Bombeiros Voluntários de Elvas, deu ontem lugar a realização de um Festival Taurino no Coliseu de Elvas.
Reses de diversas ganadarias, tendo parecer negativo na apresentação, os “Sommer`s” e o de S. Martinho.
Abriu função Luís Rouxinol, frente a um Silva Herculano, que cedo mostrou que não queria peleia, “quando um não quer, dois não brigam”. Mesmo assim, Rouxinol teve de sacar dos “galões” de ser figura para ter uma actuação positiva.
Alegre, desembaraçada e com uma alegria contagiante dentro de praça, Sónia andou igual a si própria. Actuação dentro de que ela sente enquanto toureira, e que de modo fácil chega ao público, assim aconteceu em Elvas, frente a um Falé Filipe de arrancada pronta.
Se a actuação da Sónia tinha sido com ritmo e alegria, a de Filipe Gonçalves, veio confirmar a elevada popularidade do toureio, a que este correspondeu com a lide possível frente ao “Ribeiro Telles” que até se deixou lidar, muito por culpa de Filipe que andou sempre em “cima “dele. Os compridos não foram por aí além, mas nos curtos “arreou” forte, deixando antever que os seus admiradores contam com o Super-Filipe para 2014.
O Salgueiro da Costa, possivelmente viria com outras ambições para Elvas, mas o deslustrado S. Martinho complicou tudo, mesmo apesar da sua fraca presença. Actuação apenas de pormenores, muito aquém do que o jovem dinasta Salgueiro sabe fazer.
O que o Tomás Faz, faz bem. Toureiro perfeccionista demostrou que continua nessa linha.
Agradou ao conclave com as suas entradas frontais frente a um “Sommer” com serio problemas de apresentação e de locomoção. O Tomás deveria aparecer em mais cartéis, pois é sempre agradável vê-lo tourear.
O “suavão” Branco Núncio proporcionou ao jovem Rouxinol Jr. mais uma actuação dentro do êxito que ele teima em somar. Cada actuação que realiza o jovem cavaleiro tenta superar-se a si próprio, em Elvas aguentou a saída com pata o hastado, para depois partir para uma lide empolgante e irreverente, mostrando que o “poiso” deste Rouxinol é alto.
Forcadagem em início de temporada, e num Festival a rodar rapaziada e com isso a sentirem dificuldades. Os da Torre de Palma, pegaram de caras Diogo Peças (2ª) e Carlos Pinho (1ª), os da terra do Aqueduto, António Machado (1º) e Afonso Martins (3ª) , os que viajaram de Beja, Luís Birilo e Miguel Sampaio , ambos a quarta tentativa.
Texto e Fotos: Marco Gomez
Luís Rouxinol
Sónia Matias
Filipe Gonçalves
Salgueiro da Costa
Tomás Pinto
Rouxinol Júnior
GFA de Monforte
GFA de Elvas
Exposição de João Moura em Alter do Chão
Decorreu a inauguração da exposição evocativa da vida do cavaleiro João Moura no emblemático castelo de alter do Chão. Neste dia Alter vestiu-se de gala para acolher um evento que contou com largas centenas de admiradores do toureiro, ou simples aficionados. João Moura foi recebido na mítica rotunda do cavalo, e depois transportado num trem da coudelaria de Alter, “escoltado” por alunos da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter e ao som da excelente Banda Municipal Alterense.
No castelo muitas pessoas o aguardavam, e depois da actuação do Rancho Folclórico As Ceifeiras, o edil local explicou o porquê desta exposição, o critico Miguel Alvarenga fez a apresentação do homenageado, traçando o seu percurso enquanto toureiro, ganadero e criador de galgos. No final, emocionado, especialmente quando foram evocados os nomes de João Moura (pai) e Benito Moura (irmão), o cavaleiro agradeceu a homenagem.
Várias entidades e particulares obsequiaram o homenageado com diversos presentes, a que se seguiu a visita à exposição dividida entre a criação de galgos e a competição nesta área, a faceta ganadera, e claro está a parte tauromáquica enquanto cavaleiro.
No final amplo convívio no jardim do castelo, podendo a exposição ser visitada até ao fim do mês de Abril.
Texto e Fotos: Marco Gomez
No castelo muitas pessoas o aguardavam, e depois da actuação do Rancho Folclórico As Ceifeiras, o edil local explicou o porquê desta exposição, o critico Miguel Alvarenga fez a apresentação do homenageado, traçando o seu percurso enquanto toureiro, ganadero e criador de galgos. No final, emocionado, especialmente quando foram evocados os nomes de João Moura (pai) e Benito Moura (irmão), o cavaleiro agradeceu a homenagem.
Várias entidades e particulares obsequiaram o homenageado com diversos presentes, a que se seguiu a visita à exposição dividida entre a criação de galgos e a competição nesta área, a faceta ganadera, e claro está a parte tauromáquica enquanto cavaleiro.
No final amplo convívio no jardim do castelo, podendo a exposição ser visitada até ao fim do mês de Abril.
Texto e Fotos: Marco Gomez
Aspecto geral da exposição.
Centenas de troféus conquistados Até deu direito a bolo.
ao longo de uma carreira.
Elias Santos cabo do G.F.A Alter Hoje e sempre ferrolho,
entregando lembrança a João Moura o melhor cavalo que moura teve
Os emblemáticos trens da Coudelaria de Alter
Alvarenga e Parrita Duas Aficionadas, Ana Gomes e D. Guida
Casa cheia para o génio Moura
Aspecto geral do Castelo Banda Municipal Alterense,
de Alter hoje e sempre entre as melhores
08 abril 2014
Nota de Imprensa
Sónia Matias, conta a partir de agora com Rui Almeida como seu Relações Publicas, será ele que irá gerir a imagem da Cavaleira fora das Praças, o responsável e o promotor junto dos Mídias, para presenças em eventos e também na área de Marketing e publicidade.
Sendo Sónia Matias uma das figuras Tauromáquicas, mais solicitadas para os mais variados compromissos fora das Praças, havia a necessidade de ter alguém responsável por esta área, deixando assim a Cavaleira focada apenas na sua carreira tauromáquica.
Quanto ao Apoderamento e toda a gestão da carreira Tauromáquica de Sónia Matias continua a cargo do seu Pai Possidónio Matias.
Rui Almeida
07 abril 2014
Receitas Olé!
Lasanha carne brava com bechamel
Ingredientes:
- 500g de carne brava
- 18 placas de lasanha
- 2 cebolas médias
- 200g ketchup
- 100g de queijo ralado
- 400ml de leite
- 2 colheres de manteiga
- 4 colheres de farinha
- 2 colheres de salsa picada
- 4 colheres de azeite
- Sal q.b.
Preparação:
Coze-se as placas em água a ferver. Escorre-se, passa-se por água fria e secam-se com um pano.
Pica-se a cebola e refoga-se em azeite até que esteja lourinha.
Junta-se a carne e deixa-se alourar. Junta-se o ketchup e a salsa picada.
No recipiente de ir ao forno, colocam-se placas da lasanha alternadamente com a carne, finalizando com placa de lasanha.
Prepara-se o bechamel e rega-se a lasanha. Coloca-se o queijo ralado e vai ao forno a gratinar durante cinco minutos a temperatura de 150 graus.
Quando o queijo estiver dourado, já está pronta a servir.
Bom apetite!!
TauroGastro: Ana Meira
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